segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Um com Cristo


Eu sou a Videira, vós, as varas; quem está em Mim, e Eu nele, este dá muito fruto, porque sem Mim nada podereis fazer. João 15:5.
A união de Cristo com Seu povo crente é ilustrada por esta comparação como por nenhuma outra. Não havia para os Seus ouvintes a mínima desculpa para não compreenderem Suas palavras. A figura de que Se serviu era como um espelho que lhes fosse apresentado. …
Todos os que, pela fé, recebem a Cristo, tornam-se um com Ele. As varas não são amarradas à videira; não lhe são presas por quaisquer processos mecânicos de atadura artificial. São unidas à videira, de modo a serem parte dela. Nutrem-se pelas raízes da videira. Assim aqueles que recebem a Cristo pela fé, tornam-se um com Ele, em princípio e ação. São unidos a Ele, e a vida que vivem é a vida do Filho de Deus. Derivam a vida dEle, que é vida.

Onde Jesus esteve dos 12 aos 30 anos de idade?


Como os evangelhos não mencionam explicitamente o que ocorreu com Cristo dos 12 aos 30 anos de idade, muitas pessoas se sentem na liberdade de conjecturar a esse respeito. Alguns sugerem que nesse período Cristo Se afastou da Palestina para viver em algum lugar do Extremo Oriente. Outros propõem que nessa época Ele tenha Se ausentado da Terra para visitar outros planetas. Já um terceiro grupo alega que Ele permaneceu na Palestina, vivendo uma vida moral relativamente depravada. Mas, por mais originais que sejam, essas teorias não passam de meras especulações humanas, destituídas de base bíblica e de comprovação histórica.
A despeito do silêncio bíblico sobre esses 18 anos da vida de Jesus, existem fortes evidências bíblicas de que Ele continuou residindo em Nazaré até o início do Seu ministério público. Somos informados de que, após a Sua visita a Jerusalém, aos 12 anos de idade, Jesus regressou com José e Maria “para Nazaré; e era-lhes submisso” (Lc 2:51); que Ele foi criado naquela mesma cidade (Lc 4:16); que Ele veio “de Nazaré da Galiléia” para ser batizado por João Batista no rio Jordão (Mc 1:9); e que, após o aprisionamento deste, Jesus “deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum” (Mt 4:12 e 13).

Refúgio Em Tempos de Perigo


Nunca houve um tempo de tanta insegurança. Temos insegurança física, e nossos corpos podem sofrer danos a qualquer momento por uma bala perdida, por assaltos à mão armada, por enchentes, desastres, catástrofes, ou por explosões. Temos insegurança material, e podemos perder tudo o que juntamos com esforço, dedicação e trabalho honesto; e, no entanto, o governo pode também deixar o povo sem condições de manusear até o próprio dinheiro.
Temos insegurança na saúde pública; temos insegurança psicológica. Vivemos tiranizados pelo medo e possuídos pelo temor. Já não estamos mais seguros nas cidades de Sodoma e Gomorra modernas, cidades cheias de vândalos e assassinos, homens e mulheres cheios de todos os vícios, criaturas perigosas que matam por nada.

Comentário ao Livro “O Remanescente”


Clifford Goldstein, editor das Lições da Escola Sabatina desde 1999 e autor de 18 diferentes livros, disse que se houvesse um desses livros que ele especialmente recomendasse a leitura, seria “O Remanescente – Realidade Bíblica ou Desejo Imaginário?”. Acabo de ler esta obra e percebo bem o porquê…
À sua boa maneira, Clifford Goldstein não é propriamente um autor de escrita convencional (nem o seu discurso o é como palestrante). Alguns talvez lhe chamariam de irreverente e inoportuno; para mim, reconheço-lhe uma perspicácia audaz, uma clareza desconcertante e um compromisso apenas com o que é a verdade, sem demasiada preocupação com efeitos colaterais. E é tudo isso e muito mais que ele transporta para esta brilhante obra.
Reconfirmei a minha certeza de que há muito não estamos em tempos de palavrinhas mansas que se acomodam confortavelmente no nosso raciocínio, mas que não apelam para a urgência dos tempos (e este livro já foi escrito em 1994). Goldstein, com um sentido positivamente crítico altamente apurado, avalia criteriosamente o estado na nossa Igreja sob a perspetiva única que temos ao nos anunciarmos como o último remanescente da História da Terra.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O Pequeno Tempo de Angústia


Um Tempo de Angústia Antes que Termine o Tempo da Graça
Na página 33 [de Primeiros Escritos] é dito o seguinte: “… Ao início do tempo de angústia fomos cheios do Espírito Santo ao sairmos para proclamar o sábado mais amplamente.”
Esta visão foi dada em 1847, quando havia apenas poucos dentre os irmãos do advento observando o sábado, e desses somente uns poucos supunham que sua observância era de suficiente importância para constituir uma linha de separação entre o povo de Deus e os incrédulos. Agora o cumprimento desta visão está começando a ser visto. O “início do tempo de angústia” ali mencionado, não se refere ao tempo em que as pragas começarão a ser derramadas, mas a um breve período, pouco antes, enquanto Cristo está no santuário. Nesse tempo, enquanto a obra de salvação está se encerrando, tribulações virão sobre a Terra, e as nações ficarão iradas, embora contidas para não impedir a obra do terceiro anjo. Primeiros Escritos, págs. 85 e 86.
O Fim da Liberdade Religiosa nos Estados Unidos
A lei de Deus, pela intervenção de Satanás, irá ser invalidada. Em nossa terra [Estados Unidos] de alardeada liberdade, a liberdade religiosa terá o seu fim. A luta será decidida no que toca ao assunto do sábado, e agitará o mundo inteiro. Evangelismo, pág. 236.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Clame pelo maravilhoso batismo diário do Espírito Santo


A palavra batismo significa, no original grego, imersão completa. Essa é a idéia de Deus para nós. Diariamente somos convidados pelo Espírito Santo para sermos inundados com Sua luz – que promove a lucidez – e mergulhados no Seu poder, imersos no “tanque das virtudes de Cristo”.

O batismo do Espírito Santo é o remédio para a alma vacilante, que não tem vontade de orar, meditar e testemunhar. É o Espírito de Deus que torna a vida seca em um bosque frutífero. Paulo assim escreveu: “Até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então, o deserto se tornará em pomar, e o pomar será tido por bosque; o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no pomar. O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre. O meu povo habitará em moradas de paz, em moradas bem seguras e em lugares quietos e tranquilos, ainda que haja saraivada, caia o bosque e seja a cidade inteiramente abatida.” Isaías 32:15-19
O único que pode nos conduzir a Cristo Jesus é o Espírito Santo e sem Ele não temos acesso ao salvador. A Palavra esclarece: “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Romanos 8:26-28.

Reavivamento como estilo de vida


Por mais que se enfatize a necessidade de reavivamento espiritual, nunca é demais. Assim, como o pastor Ted Wilson diz, este é  o tempo para os líderes chamarem a igreja a orar pelo reavivamento. Mas, o que o reavivamento significa e qual é seu objetivo?
1 - Reavivamento fundamentado  em nossa conversão. O reavivamento requer que em nós haja primeiro a conversão que uma vez nos avivou. Mas agora, por estarmos dormindo e quase  à beira da morte espiritual, necessitamos de reavivamento para nossa vida. Antes de nossa conversão, estávamos mortos em nossos pecados (Ef 2:1), mas Deus através de Cristo perdoou nossos pecados e nos tornou pessoas vivas (2:5; Cl 2:13). Como resultado, fomos conduzidos a uma vida nova em união com Cristo (Rm 6:4; Jo 15:1-10). Essa nova vida nos alcançou por meio do Espírito e se relaciona diretamente com as palavras de Jesus, que são Espírito e vida (Jo 6:63; 2Co 3:6). A união dos crentes com Cristo é tão profunda que o amor de Deus é derramado em seus corações. Cristo vive neles (Gl 2:20), eles vivem no serviço em favor dos outros (1Jo 3:14; 2Co 13:4) e a eles é assegurado que suas orações serão atendidas (Jo 15:7, 16, 23; 1Jo 5:14).

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